os olhos
arredondados de amêndoa de minha triste e só e perdidamente adjetivada amiga trouxeram-me reminiscências de quando ainda éramos infantes.
Sem ter nem pra quê, descuidei-me novamente de meus cachos
e fiz de novo soprar a vela do bolo felizmente familiar daquele domingo de um agosto infinitamente saboroso, do gosto que deu de ver aqueles olhinhos brilhantes e ternos e infinitamente adjetivados de minha triste e só amiga de olhos amendoados que era eu.
Texto em construção
R.C.
8.12.13
Postado por
Letricidade
às
15:21
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