11.8.08

Eros uma vez. . .


Falas como um pássaro que me serve de guia, alumias a minha existência com a luz indispensável de um candelabro aceso numa sala qualquer de século incerto.


Tens a luz dos bosques emoldurados por crianças pálidas e negras divertidas numa sombra de maçãs e uvas doces

Digeres meu corpo como um faminto a quem a fome mata e comes me comes como quem come um prato de macarrão com alho e molho muito molho de tomate, eu o sangue tu a língua a sorver-me.


És o prato ,


Eu, a comida quente que quando toca o prato bota o mesmo quente indecente

Noite de fogo.


2 comentários:

Márcia Leite disse...

Sem comentários porque sem fôlego!

=*

Joan Rodriguez disse...

Tambem sem fôlego!
Me sacastes el aire!!!